Nesta segunda parte do livro, João Grilo diz que o cachorro de seu patrão (que era o padeiro) também está doente e precisa da benção do padre João para continuar a viver.Ele diz que não, porque não benze animais.Quando entra na igreja a mulher do padeiro, ela pede ao padre para aceitar,mas ele continua dizendo que não,e ela começa a tirar os privilégios que deu para a igreja.Em seguida entra o sacristão e diz que havia um cachorro morto no pátio, quando a mulher olhou, era o dela, ela fica indignada, porque para ela se o cachorro tivesse sido benzido ele estaria vivo, como ele estava morto, ela então quis que o padre enterrasse o cachorro em latim,o padre não aceita,mas João Grilo diz que o cachorro tinha um testamento para o padre e o sacristão, assim interessado no dinheiro o sacristão enterra o animal.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Auto da compadecida (parte 2)
Postado por → Bēēls às 13:46
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